Duvida?
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| Foto que deu origem ao filme pânico, assustadoramente real! |


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| Arvores |
Nanda Costa nascida e criada em Paraty, cidade localizada no extremo sul do litoral fluminense, saiu de casa aos quatorze anos para estudar e trabalhar na cidade de São Paulo,
onde teria mais oportunidades, indo morar com sua tia, que lá vivia.
Aos quinze anos, após um ano na cidade, sua tia acaba morrendo
repentinamente, o que a deixou muito mal. Nanda, então, só teve duas
opções: voltar para Paraty ou encarar uma vida nova em São Paulo.
Enfrentar sozinha as dificuldades de se morar na maior cidade do país
foi o que Nanda escolheu. Pediu para a mãe para ficar, pois queria ser
independente e conseguir estudar para se tornar atriz. A mãe não queria,
mas consentiu, e assim Nanda ficou morando em um pensionato até ficar
maior de idade. Ao sair de lá, já estava melhor preparada para morar
sozinha e se manter: Já havia concluído o curso de atriz e estava
trabalhando em teatros, assim podendo pagar seu aluguel e viver
mediamente bem. Assim foi morar sozinha. Poucos anos depois foi morar na
cidade do Rio de Janeiro, onde vive até hoje.
Em 1821, a Revista Filosófica Tilloch trazia um item incomum sobre um pedreiro chamado David Virtue, que fez uma descoberta surpreendente, enquanto trabalhava em um grande pedaço de rocha que tinha vindo de cerca de 22 metros abaixo da superfície. Ao quebrá-lo, ele encontrou um sapo incrustado na pedra. Foi enrolada em uma cavidade rodada de sua própria forma, sendo uma impressão exata do animal. Os olhos eram brilhantes e salientes, estava aparentemente morto, mas depois de cerca de cinco minutos exposto ao ar, ele mostrou sinais de vida.Existem inúmeros relatos documentados de tais achados, principalmente envolvendo rãs, sapos e lagartos. Na maioria das vezes os animais saem vivos. E muitas vezes há uma impressão da sua pele ou a forma da cavidade em que estão enterrados.